Martinho Lutero.
domingo, 29 de novembro de 2009
Just a thought!!
"Deus é como a água do mar e o nosso entendimento como um copo. Poderia a água do mar caber num simples copo? Como poderá então o finito humano compreender na sua plenitude a existência do Deus infinito?"
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Uma mudança
Olá meus queridos...
Como se têm saído na vossa jornada diária, quando se deparam com dificuldades ou problemas?
Saem do vosso "canto confortável", ou continuam a agir como se não fosse nada convosco?
Tenho feito esta pergunta a mim mesmo desde que coloquei o meu primeiro artigo online, e sinceramente tem sido um desafio, pois quando tomo consciência de algo que devo mudar, há sempre uma voz que me insta a reflectir no assunto e me deixa desconfortável.
Noutro dia ouvi uma experiência que me fez pensar nisto, numa outra perspectiva, vou-vos contar.
Certo jovem, de seu nome João, vivia na casa de seus pais com seus irmãos, nos arredores de uma grande cidade.
Estudava Psicosociologia e interiormente começou a pensar na vida pacata que levava, comparativamente com a dos seus colegas. Seus pais sempre o educaram, bem como aos seus irmãos, a ter uma uma vida regrada onde não entrassem em exageros nos gastos que faziam, tentaram que eles fossem poupados nas suas ecónomias, preservavam uma linguagem moderada mas correcta e procuraram levá-los a conhecer Deus.
O João era muito bom aluno, e gostava de aprender. Ele devorava livros e tinha uma paixão por autobiografias e livros que mostrassem comportamentos desviantes, que falasse de pessoas que saíam da norma.
Mas acontece que o João começou a ter amigos novos. Amigos da faculdade, que nem sempre tinham uma linguagem tão cuidada como a dele, e os seus hábitos eram também um pouco diferentes dos seus, mas ele dizia que isso não era importante, ele faria a diferença.
Os seus amigos também era muito bons alunos, e ele descobriu que eles também gostavam muito de ler, só que os interesses dos seus novos amigos eram um pouco diferentes. Estes gostavam mais de livros ciêntificos, onde o concreto era aquilo que tocavam e viam.
Aos poucos também teve a percepção de que eles não eram muito ligados à familia, uns tinham pais separados e conseguia-se ver a sua dôr, outros já tinham saído de casa e diziam: "Não estou para aturar aqueles velhotes retrógados". Só que apesar disto tudo ele via uma "alegria" nos seus amigos que ele não entendia.
Todos eles saíam à noite e iam para aqui e para ali, muitos sem horários, outros sem regras, enfim a sua educação havia sido diferente. E o João começou a questionar-se, como podem eles estar falizes se as bases das suas vidas estão deslocadas? Será que poderei ter esta felicidade? Se eles têm porque não hei-de eu também experimentar o mesmo? Felicidade é bom!
João que sempre estivera acomodado na sua redoma de vidro, resolveu sair fora dela, resolveu experimentar aos poucos esta "felicidade", e então ele começou a gastar as suas economias, a ter um vocabulário menos moderado e as suas notas não eram própriamente excelentes.
Mas onde é que está a tal felicidade, perguntava ele?
Ainda não a tinha encontrado, então começou a utilizar outros métodos.
As suas saídas à noite começaram a ser mais prolongadas, por vezes nem ia à cama, o álcool começou a ser um amigo, pois ele dizia que o ajudava a libertar-se da sua timidez.
Mas a pergunta persistia, onde é que a felicidade está? Porque é que ainda não a encontrei?
Aos poucos ele afastou-se da sua familia, daqueles que sempre estiveram ao seu lado, de quem ele amava e o amavam a ele.
Este era o estilo de vida dos seus amigos... dos amigos com quem o João andava.
Mas certa noite, quando ele procurava a sua felicidade, por volta das 4:25 da manhã, ele tomou consciência que para além de não ter encontrado a felicidade que procurava, ele perdeu a que já tivera... perdeu a felicidade que tinha!
Será que conseguimos imaginar a sua dor? A sua angústia? A frustação?
Talvez, não sei, só tu é que sabes.
Após isto, o João começou a sentir-se pouco à vontade naquele local, e retirou-se. Foi para casa.
Como sempre, assim que entrou em casa, sentiu que no quarto dos seus pais, a luz que estivera acesa, agora havia cessado. Ele sabia que a sua mãe não se ia deitar antes dele chegar. E pensou para si "quantas noites não deve a minha querida mãe não ter dormido por minha causa!" E sentiu um aperto no seu coração, que quase não o deixavam respirar.
No dia seguinte ele contou aos seus pais o que lhe havia acontecido, e pediu-lhes perdão por tudo o que lhes fizera passar. A sua mãe deu-lhe um beijo delicado e o seu pai um abraço apertado.
Os seus irmãos, ao fim do dia, quando O viram, foram ter com ele para lhe contar as suas aventuras, quer na EB1, 2, 3, quer na secundária.
Quando se foi deitar, a sua mãe foi ter com ele e convidou-o a orar, ele concordou e a mãe orou: "Bom Pai e misericordioso Deus, obrigado por este dia tão especial, obrigado porque tu sempre cuidaste do João e porque nunca o abandonaste. Obrigado porque nunca deixaste de acreditar nele, e porque sempre lutaste contra Satanás, pela sua vida. Obrigado porque ouviste as minhas súplicas e porque nesta hora o posso abraçar. Te louvo pelo tão grande Amor, por esse Amor sincero e desinteressado, Amor esse que ficou expresso na cruz quando Tu tomaste o nosso lugar. Cuida de nós e dá-nos uma boa noite, Te agradeço tudo isto, no Santo nome de Jesus, Amém."
Quando se levantaram o João soluçava, e entre um sorriso e um suspiro profundo disse à sua mãe: "Obrigado por me amares!".
O João, saiu do seu canto confortável, e teve uma experiência única na sua vida, que de certo o fez crescer e amadurecer. Nem sempre sair do nosso canto é fácil e nem sempre corre tudo bem, mas no fim teremos sempre aprendido algo que nos vai ajudar a ver as coisas de uma outra forma.
Como se têm saído na vossa jornada diária, quando se deparam com dificuldades ou problemas?
Saem do vosso "canto confortável", ou continuam a agir como se não fosse nada convosco?
Tenho feito esta pergunta a mim mesmo desde que coloquei o meu primeiro artigo online, e sinceramente tem sido um desafio, pois quando tomo consciência de algo que devo mudar, há sempre uma voz que me insta a reflectir no assunto e me deixa desconfortável.
Noutro dia ouvi uma experiência que me fez pensar nisto, numa outra perspectiva, vou-vos contar.
Certo jovem, de seu nome João, vivia na casa de seus pais com seus irmãos, nos arredores de uma grande cidade.
Estudava Psicosociologia e interiormente começou a pensar na vida pacata que levava, comparativamente com a dos seus colegas. Seus pais sempre o educaram, bem como aos seus irmãos, a ter uma uma vida regrada onde não entrassem em exageros nos gastos que faziam, tentaram que eles fossem poupados nas suas ecónomias, preservavam uma linguagem moderada mas correcta e procuraram levá-los a conhecer Deus.
O João era muito bom aluno, e gostava de aprender. Ele devorava livros e tinha uma paixão por autobiografias e livros que mostrassem comportamentos desviantes, que falasse de pessoas que saíam da norma.
Mas acontece que o João começou a ter amigos novos. Amigos da faculdade, que nem sempre tinham uma linguagem tão cuidada como a dele, e os seus hábitos eram também um pouco diferentes dos seus, mas ele dizia que isso não era importante, ele faria a diferença.
Os seus amigos também era muito bons alunos, e ele descobriu que eles também gostavam muito de ler, só que os interesses dos seus novos amigos eram um pouco diferentes. Estes gostavam mais de livros ciêntificos, onde o concreto era aquilo que tocavam e viam.
Aos poucos também teve a percepção de que eles não eram muito ligados à familia, uns tinham pais separados e conseguia-se ver a sua dôr, outros já tinham saído de casa e diziam: "Não estou para aturar aqueles velhotes retrógados". Só que apesar disto tudo ele via uma "alegria" nos seus amigos que ele não entendia.
Todos eles saíam à noite e iam para aqui e para ali, muitos sem horários, outros sem regras, enfim a sua educação havia sido diferente. E o João começou a questionar-se, como podem eles estar falizes se as bases das suas vidas estão deslocadas? Será que poderei ter esta felicidade? Se eles têm porque não hei-de eu também experimentar o mesmo? Felicidade é bom!
João que sempre estivera acomodado na sua redoma de vidro, resolveu sair fora dela, resolveu experimentar aos poucos esta "felicidade", e então ele começou a gastar as suas economias, a ter um vocabulário menos moderado e as suas notas não eram própriamente excelentes.
Mas onde é que está a tal felicidade, perguntava ele?
Ainda não a tinha encontrado, então começou a utilizar outros métodos.
As suas saídas à noite começaram a ser mais prolongadas, por vezes nem ia à cama, o álcool começou a ser um amigo, pois ele dizia que o ajudava a libertar-se da sua timidez.
Mas a pergunta persistia, onde é que a felicidade está? Porque é que ainda não a encontrei?
Aos poucos ele afastou-se da sua familia, daqueles que sempre estiveram ao seu lado, de quem ele amava e o amavam a ele.
Este era o estilo de vida dos seus amigos... dos amigos com quem o João andava.
Mas certa noite, quando ele procurava a sua felicidade, por volta das 4:25 da manhã, ele tomou consciência que para além de não ter encontrado a felicidade que procurava, ele perdeu a que já tivera... perdeu a felicidade que tinha!
Será que conseguimos imaginar a sua dor? A sua angústia? A frustação?
Talvez, não sei, só tu é que sabes.
Após isto, o João começou a sentir-se pouco à vontade naquele local, e retirou-se. Foi para casa.
Como sempre, assim que entrou em casa, sentiu que no quarto dos seus pais, a luz que estivera acesa, agora havia cessado. Ele sabia que a sua mãe não se ia deitar antes dele chegar. E pensou para si "quantas noites não deve a minha querida mãe não ter dormido por minha causa!" E sentiu um aperto no seu coração, que quase não o deixavam respirar.
No dia seguinte ele contou aos seus pais o que lhe havia acontecido, e pediu-lhes perdão por tudo o que lhes fizera passar. A sua mãe deu-lhe um beijo delicado e o seu pai um abraço apertado.
Os seus irmãos, ao fim do dia, quando O viram, foram ter com ele para lhe contar as suas aventuras, quer na EB1, 2, 3, quer na secundária.
Quando se foi deitar, a sua mãe foi ter com ele e convidou-o a orar, ele concordou e a mãe orou: "Bom Pai e misericordioso Deus, obrigado por este dia tão especial, obrigado porque tu sempre cuidaste do João e porque nunca o abandonaste. Obrigado porque nunca deixaste de acreditar nele, e porque sempre lutaste contra Satanás, pela sua vida. Obrigado porque ouviste as minhas súplicas e porque nesta hora o posso abraçar. Te louvo pelo tão grande Amor, por esse Amor sincero e desinteressado, Amor esse que ficou expresso na cruz quando Tu tomaste o nosso lugar. Cuida de nós e dá-nos uma boa noite, Te agradeço tudo isto, no Santo nome de Jesus, Amém."
Quando se levantaram o João soluçava, e entre um sorriso e um suspiro profundo disse à sua mãe: "Obrigado por me amares!".
O João, saiu do seu canto confortável, e teve uma experiência única na sua vida, que de certo o fez crescer e amadurecer. Nem sempre sair do nosso canto é fácil e nem sempre corre tudo bem, mas no fim teremos sempre aprendido algo que nos vai ajudar a ver as coisas de uma outra forma.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Estranho...
Meus queridos, o memorial que quero trazer-vos hoje está relacionado com algo que desde sempre fiz, mas que por vezes não sei como fazer.
Estranho, não é? Como é que algo que é um hábito, de repente passa a ser algo estranho?
Estas são algumas questões que tenho colocado a mim próprio e que peço que reflitam também.
Orar, oração, prece... escolham a palavra com que mais se identifiquem, este é o memorial a que me refiro.
Desde que sou gente, que orar é uma prática normal na minha vida. Aprendi a orar mesmo antes de saber andar e falar correctamente...
Não o faço por obrigação, mas com plena consciência do acto em si.
Sempre me dirigi a Deus em oração, sendo este um dos meios para falarmos com ele.
Neste contexto, há duas posições que podemos optar: ou banalizamos demais a oração ou nos desleixamos. O que é que eu quero dizer com isto. Muitas vezes, como o stress do dia-a-dia e com todas as ocupações que temos, o tempo é muito escasso para orar (esta é a desculpa que arranjamos para nós mesmos, para nos sentirmos bem perante Deus), e quando damos por nós estamos a pensar "será que pedi a benção de Deus para os alimentos", isto depois de orarmos pela refeição que temos à nossa frente! Ou então, deitamo-nos debaixo dos lençóis para ir dormir, e mesmo mesmo antes de adormecermos, lembramo-nos de orar. Flectimos um pouco a cabeça, com muito esforço, e começamos a orar... de seguida ouvimos o despertador, onde o interlocutor, fala do transito caótico ou sobre as noticias mediaticas do momento. Não sabendo muito bem onde estamos, sentimos que alguma coisa não está muito bem, e aí lembramo-nos, "Ups.. eu estava a orar...".
Estes são só alguns exemplos de como nos desleixamos e desrespeitamos a oração. Isto não é também, desrespeitar Deus?
Ora vejamos, alguma vez nos passou pela cabeça começar a falar com o nosso melhor amigo sobre os nossos problemas, agradecer-lhe por ele nos ter ouvido e no fim da conversa não nos lembrarmos do que lhe dissemos? Adormecemos a meio dessa conversa com o nosso melhor amigo?
Isto parece quase ridículo, mas é exactamente isto que fazemos a Deus, deixámo-Lo "pendurado", e o pior é que nos justificamos muitas das vezes, "eu até estava com muito sono e cansado" ou entao, "de certeza que Ele vai entender que quase não tive tempo para orar pelos alimentos. Eu nem comi muito!!"
O problema nisto tudo é que, sem darmos conta, a nossa relação com Deus vai-se apagando, e aos poucos vamos questionando Deus por uma coisa, depois por outra, de seguida revoltamo-nos porque Deus não nos houve e não fala. E o que é que aconteceu na realidade? Fomos nós que O afastamos, que não disponibilizamos o tempo que Ele nos deu para estar com Ele (não temos tempo para estar com o Deus do tempo) e no final ainda nos queixamos por cima!
Ao pensar em tudo isto, um texto Biblico ocorreu-me: II Crónicas 7:14 que diz: "se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra."
Talvez aqui possamos encontrar o inicio da solução aos nossos problemas. Em primeiro lugar temos de nos humilhar, olhar para dentro de nós e ver que somos pequenos, que temos defeitos, limitações, e após esta tomada de consciência ir a Deus, orando, pedindo-Lhe que nos ajude a mudar a nossa vida. Se conseguirmos realizar isto, o Senhor deixa-nos a promessa que vem no final do versículo "então, eu ouvirei dos céus"...
Não deve isto deve ser motivo de alegria para nós?!
Agora consigo entender o porquê dos meus deslizes, e já entendo melhor porque é que algumas vezes sinto que não sei orar. Só quando tenho Deus ao meu lado e O busco de todo o meu coração, só nessa altura poderá haver uma transformação no meu ser que se vai reflectir na minha vida. Afastando-me de Deus, naturalmente tudo o que se refere a Ele vai-se desvanecer.
Estranho, não é? Como é que algo que é um hábito, de repente passa a ser algo estranho?
Estas são algumas questões que tenho colocado a mim próprio e que peço que reflitam também.
Orar, oração, prece... escolham a palavra com que mais se identifiquem, este é o memorial a que me refiro.
Desde que sou gente, que orar é uma prática normal na minha vida. Aprendi a orar mesmo antes de saber andar e falar correctamente...
Não o faço por obrigação, mas com plena consciência do acto em si.
Sempre me dirigi a Deus em oração, sendo este um dos meios para falarmos com ele.
Neste contexto, há duas posições que podemos optar: ou banalizamos demais a oração ou nos desleixamos. O que é que eu quero dizer com isto. Muitas vezes, como o stress do dia-a-dia e com todas as ocupações que temos, o tempo é muito escasso para orar (esta é a desculpa que arranjamos para nós mesmos, para nos sentirmos bem perante Deus), e quando damos por nós estamos a pensar "será que pedi a benção de Deus para os alimentos", isto depois de orarmos pela refeição que temos à nossa frente! Ou então, deitamo-nos debaixo dos lençóis para ir dormir, e mesmo mesmo antes de adormecermos, lembramo-nos de orar. Flectimos um pouco a cabeça, com muito esforço, e começamos a orar... de seguida ouvimos o despertador, onde o interlocutor, fala do transito caótico ou sobre as noticias mediaticas do momento. Não sabendo muito bem onde estamos, sentimos que alguma coisa não está muito bem, e aí lembramo-nos, "Ups.. eu estava a orar...".
Estes são só alguns exemplos de como nos desleixamos e desrespeitamos a oração. Isto não é também, desrespeitar Deus?
Ora vejamos, alguma vez nos passou pela cabeça começar a falar com o nosso melhor amigo sobre os nossos problemas, agradecer-lhe por ele nos ter ouvido e no fim da conversa não nos lembrarmos do que lhe dissemos? Adormecemos a meio dessa conversa com o nosso melhor amigo?
Isto parece quase ridículo, mas é exactamente isto que fazemos a Deus, deixámo-Lo "pendurado", e o pior é que nos justificamos muitas das vezes, "eu até estava com muito sono e cansado" ou entao, "de certeza que Ele vai entender que quase não tive tempo para orar pelos alimentos. Eu nem comi muito!!"
O problema nisto tudo é que, sem darmos conta, a nossa relação com Deus vai-se apagando, e aos poucos vamos questionando Deus por uma coisa, depois por outra, de seguida revoltamo-nos porque Deus não nos houve e não fala. E o que é que aconteceu na realidade? Fomos nós que O afastamos, que não disponibilizamos o tempo que Ele nos deu para estar com Ele (não temos tempo para estar com o Deus do tempo) e no final ainda nos queixamos por cima!
Ao pensar em tudo isto, um texto Biblico ocorreu-me: II Crónicas 7:14 que diz: "se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra."
Talvez aqui possamos encontrar o inicio da solução aos nossos problemas. Em primeiro lugar temos de nos humilhar, olhar para dentro de nós e ver que somos pequenos, que temos defeitos, limitações, e após esta tomada de consciência ir a Deus, orando, pedindo-Lhe que nos ajude a mudar a nossa vida. Se conseguirmos realizar isto, o Senhor deixa-nos a promessa que vem no final do versículo "então, eu ouvirei dos céus"...
Não deve isto deve ser motivo de alegria para nós?!
Agora consigo entender o porquê dos meus deslizes, e já entendo melhor porque é que algumas vezes sinto que não sei orar. Só quando tenho Deus ao meu lado e O busco de todo o meu coração, só nessa altura poderá haver uma transformação no meu ser que se vai reflectir na minha vida. Afastando-me de Deus, naturalmente tudo o que se refere a Ele vai-se desvanecer.
sábado, 14 de novembro de 2009
Sai do Teu Canto Confortável!
"Sai do Teu Canto Confortável!"
Sair do meu canto confortavel? Como assim? Que queres dizer?
Estas são algumas das perguntas que possivelmente poderia ter em mente, se visse uma frase como esta.
Gosto muito desta frase, por vários motivos, e quero partilhar convosco...
Primeiro porque aponta que estou a fazer algo que não devia, e nós, como seres humanos, não gostamos que ninguém nos aponte defeitos (erros), logo esta frase mexe comigo.
Segundo porque diz que devemos fazer uma mudança, e sinceramente, para quem me conhece bem, começo a ser alérgico a mudanças.
Terceiro, e último, esta frase leva-me a pensar que devo ter uma atitude activa, que devo realizar uma acção, e nem sempre estou disposto a isso, pois muitas vezes o nosso comodismo é bem mais agradável e dá menos trabalho.
Ao pensar nesta frase, e nos pontos acima, posso tirar duas conclusões, que são opostas uma à outra. Ou me mantenho como estou, e continuo a minha vida da mesma forma, sem com isso incorrer em mudanças e olhar para as minhas falhas; ou então aplico isto à minha vida e tomo uma atitude face ao comodismo patente na nossa sociedade e na minha vida.
Mas aqui vou entrar em choque com muitas coisas. Com quem me rodeia, com a sociedade em que estou inserido e muitas vezes comigo mesmo.
Ou seja, no fim de contas, tudo se resume, só e apenas a escolhas e prioridades.
Será que vou continuar a ouvir Aquela voz que persistentemente me diz: "Sai do Teu Canto Confortável!" e vou continuar na mesma? ou finalmente vou tomar uma atitude?!
Sair do meu canto confortavel? Como assim? Que queres dizer?
Estas são algumas das perguntas que possivelmente poderia ter em mente, se visse uma frase como esta.
Gosto muito desta frase, por vários motivos, e quero partilhar convosco...
Primeiro porque aponta que estou a fazer algo que não devia, e nós, como seres humanos, não gostamos que ninguém nos aponte defeitos (erros), logo esta frase mexe comigo.
Segundo porque diz que devemos fazer uma mudança, e sinceramente, para quem me conhece bem, começo a ser alérgico a mudanças.
Terceiro, e último, esta frase leva-me a pensar que devo ter uma atitude activa, que devo realizar uma acção, e nem sempre estou disposto a isso, pois muitas vezes o nosso comodismo é bem mais agradável e dá menos trabalho.
Ao pensar nesta frase, e nos pontos acima, posso tirar duas conclusões, que são opostas uma à outra. Ou me mantenho como estou, e continuo a minha vida da mesma forma, sem com isso incorrer em mudanças e olhar para as minhas falhas; ou então aplico isto à minha vida e tomo uma atitude face ao comodismo patente na nossa sociedade e na minha vida.
Mas aqui vou entrar em choque com muitas coisas. Com quem me rodeia, com a sociedade em que estou inserido e muitas vezes comigo mesmo.
Ou seja, no fim de contas, tudo se resume, só e apenas a escolhas e prioridades.
Será que vou continuar a ouvir Aquela voz que persistentemente me diz: "Sai do Teu Canto Confortável!" e vou continuar na mesma? ou finalmente vou tomar uma atitude?!
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